Tendências para a Construção Civil em 2026: sob a ótica da jornada de inovação, conexão e capacitação 

CTE – Centro de Tecnologia em Edificações estrutura sua atuação a partir de três jornadas de negócios, que orientam empresas e profissionais da construção civil frente aos desafios do setor: a Jornada de Gestão, Qualidade, Prazos e Custos, a Jornada de ESG e Sustentabilidade e a Jornada de Inovação, Conexão e Capacitação, que posiciona a atuação do CTE Enredes 

O conteúdo a seguir integra as nossas previsões e recomendações para o ano de 2026, conforme apresentado no E-book Tendências para a Construção Civil em 2026, produzido pelo CTE. Aqui, reunimos os principais desafios do setor e os caminhos propostos para que empresas e profissionais se preparem para os próximos anos. 

Os desafios da construção civil em 2026 

O aumento da produtividade segue como um dos maiores desafios do setor. O grande volume de obras, principalmente as de habitação, pressiona o setor e faz com que a industrialização, automação e digitalização de processos deixem de ser diferenciais e passem a ser condições básicas para garantir eficiência, previsibilidade e competitividade.  

Outro ponto crítico, assim como visto em 2025, é a escassez de mão de obra que segue desafiando o setor na atração, retenção, engajamento e capacitação de profissionais, desde engenheiros e arquitetos até a mão de obra operacional. A escassez de talentos impacta diretamente prazos, qualidade e custos das obras, tornando-se gargalo até para grandes empresas consolidadas no mercado. 

Soma-se a esse cenário a dificuldade de implementar a inovação na cultura organizacional das empresas. Por mais que a liderança possua visão de inovação em processos e produtos, o engajamento de todos os colaboradores com a prática no dia a dia é fundamental. O contexto deixa explicito a grande responsabilidade dos líderes na gestão de pessoas e demanda novas estratégias e metodologias do time de gente e gestão para garantir vantagem competitiva no mercado. 

Além de desafios inerentes a qualquer mercado em crescimento, como os apresentados acima, a construção civil brasileira vive um cenário de crescente complexidade imobiliária. A tendência de verticalização das cidades, já mencionada aqui, impõe necessidade de novas tecnologias e atualização das práticas de engenharia e arquitetura brasileira, já que esse tipo de edificação não é tradicional no país. Outra vertente do mercado imobiliário que será cada vez mais comentada é o retrofit e as intervenções significativas em edificações existentes, principalmente em centros históricos.   

Recomendações da jornada de inovação, conexão e capacitação 

Para enfrentar esses desafios, recomenda-se acelerar a adoção de tecnologias construtivas industrializadas, como sistemas de fachada pronta, woodframe, steelframe, pré-fabricados de concreto, kits hidráulicos e elétricos, shafts e banheiros prontos, onde a previsibilidade e produtividade são comprovadamente maiores. O uso do BIM é apontado como ferramenta central para análise de informações e tomada de decisão ao longo de todo o ciclo do empreendimento, principalmente para evitar retrabalhos ao longo da obra 

Pessoas no centro da transformação 

No que tange à escassez de mão de obra, recomenda-se a implementação de planos de carreira estruturados para operários, com comunicação clara sobre crescimento, benefícios e progressão salarial, fortalecendo a retenção e o engajamento. Parcerias para capacitação no canteiro de obras, especialmente com instituições como o SENAI, são destacadas como essenciais para promover qualificação prática e contínua da mão de obra. 

No campo da gestão, a recomendação é incorporar a inovação à cultura organizacional, posicionando o RH como agente estratégico, com foco em experimentação, uso de dados na tomada de decisão e atenção às tecnologias emergentes. Um exemplo dessa prática é a disseminação do uso da inteligência artificial e automação que pode ser implantada em processos administrativos, financeiros, de gestão de pessoas, comunicação, planejamento e produção e se mostra caminho direto para elevar produtividade, qualidade e precisão técnica. 

Além disso, programas de capacitação como cursos de especialização, universidades corporativas e treinamentos em liderança para engenheiros, arquitetos, tecnólogos e técnicos contribuem para a formação de profissionais mais preparados para os desafios do setor.O fortalecimento de parcerias estratégicas e a participação em ecossistemas setoriais de inovação, missões empresariais e iniciativas de benchmarking são apontados como fundamentais para gerar aprendizado coletivo e acelerar resultados. 

O papel do Enredes nessa jornada 

Enredes atua diretamente na Jornada de Inovação, Conexão e Capacitação, conectando empresas, profissionais e conhecimento técnico para transformar essas recomendações em prática. Por meio da colaboração, da troca de experiências e da capacitação aplicada, o Enredes contribui para fortalecer a inovação e preparar o setor para os desafios da construção civil em 2026 e além. 

Quer se aprofundar ainda mais? 


O e-book Tendências para a Construção Civil em 2026, produzido pelo CTE, está disponível para download gratuito. 


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